quinta-feira, 18 de julho de 2019

Exercícios de Kegel: Como fazer, Para que Servem e seus Benefícios (em Mulheres e Homens)

Os exercícios de Kegel – muitas vezes usados em fisioterapia, são a forma perfeita de manter e melhorar as funções normais do intestino e bexiga. Por serem métodos de exercício capazes de fortalecer e ativar a musculatura do assoalho pélvico, podem ser benéficos em homens e mulheres para reforçar a força da região e até mesmo aliviar alguns sintomas de incontinência urinária – antes que a função muscular seja perdida permanentemente.

VEJA MAIS EM: https://www.educarsaude.com/exercicios-de-kegel/ 

NOTA DE REPÚDIO


O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher – CMDM – de Canindé de São Francisco-SE, REPUDIA VEEMENTEMENTE a matéria produzida e ventilada no site Jornal do Sertão, no dia 20 de maio de 2019, intitulada “Polícia Militar é acionada e atende caso de violência doméstica contra homem na Zona Rural de Canindé de São Francisco, Sergipe” [1], do jornalista José Damião Feitosa Lima, DRT 5839/BA, citando como fonte o 4º Batalhão de Polícia Militar do Estado de Sergipe (fragmentos): 
[...] sua ex-companheira teria ingerido bebida alcoólica e no sábado (18) havia ido a sua residência e lhe agredido com uma faca vindo a lesionar a perna direita. A vítima ainda informou aos PMs que não era a primeira vez que acontecia o fato e que a sua ex-mulher tratava mal o filho do casal quando fazia o uso de álcool, [...]. 


SOBRE O ALUDIDO, CABE REFLETIR: Em uma época na qual mulheres lutam pelos direitos que lhe são negados, e diante de uma sociedade onde mulheres são estupradas e assassinadas simplesmente porque são mulheres – como se o único motivo de sua existência fosse servir aos homens e ainda, diante de crimes brutais relatados na mídia: estupros coletivos e/ou corretivos, a mutilação de seus genitais e outras atrocidades. E mais: quando uma mulher é violentada sexualmente e se torna mais uma vez vítima, de ataques nas redes sociais e até mesmo nas instituições que deveriam ampará-la, pois “não deveria ter andado sozinha naquela região ou com aquela roupa”. Quando uma mulher apanha, recebe mensagens de ódio dizendo que se não tivesse merecido não teria sido agredida. Quando em um relacionamento abusivo, a mulher é culpabilizada por se permitir entrar ou continuar naquela situação. 

E enquanto movimentos sociais (especialmente, os feministas) lutam para fazer essas mulheres entenderem que não são culpadas pelas agressões que sofrem diariamente pelo sistema patriarcal, misógino e machista onde vivemos e que a culpa pela agressão (qualquer agressão) é única e exclusivamente do AGRESSOR, se percebe que na matéria supracitada fica claro a desvalorização da luta das mulheres brasileiras por dignidade e justiça. 

O texto citado está carregado de informações que contém, nas suas entrelinhas, inversão de valores e estímulo à crença de que tanto o gênero masculino quanto o feminino sofrem por igual com violência doméstica. Reforça a ideia errônea de que os raros[2] casos de violência doméstica contra homens, traz o mesmo resultado social da violência contra a mulher que assola a dignidade de meninas e mulheres, no Brasil[3], e no resto do mundo. O relato de cunho jornalístico traduz-se como materialização da desconstrução histórica e legal das conquistas feministas. Ele afronta o inciso III do art. 8º da Lei nº 11.340/06 (Lei Maria da Penha), que reza:


A política pública que visa coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher far-se-á por meio de um conjunto articulado de ações da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios e de ações não-governamentais, tendo por diretrizes: [...] O RESPEITO, nos meios de comunicação social, [...] coibir os papéis estereotipados que legitimem ou exacerbem a violência doméstica e familiar [...][4].
O discurso em análise reforça o preconceito, ainda existente na sociedade, acerca da existência de uma lei específica para casos de violência doméstica que surgiu como proteção para quem mais sofre violência nos lares: as mulheres[5]. 

Vale ressaltar que o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros[6] é contrário a toda divulgação de informações que afrontem os direitos humanos e a legislação. Assim vejamos:


[...] Art. 3º - A informação divulgada pelos meios de comunicação pública se pautará pela real ocorrência dos fatos e terá por finalidade o interesse social e coletivo. [...] Art. 9° – É dever do jornalista: [...] – Opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos do Homem[7]; [...] Art. 10 – O jornalista não pode: [...] – Frustrar a manifestação de opiniões divergentes ou impedir o livre debate; – Concordar com a prática de perseguição ou discriminação por motivos sociais, políticos, religiosos, raciais, DE SEXO e de orientação sexual; [...]Art. 13 – O jornalista deve evitar a divulgação dos fatos: [...] – De caráter mórbido e contrários aos valores humanos. [...] Art. 16 – O jornalista deve pugnar pelo exercício da soberania nacional, [...] respeitados os direitos das minorias [...].
Pelo o exposto, o CMDM de Canindé -SE, REPUDIA VEEMENTEMENTE a publicação da matéria acima elencada, pois esta está desconexa com a realidade de luta por dignidade das mulheres e apresenta semelhanças com o sensacionalismo midiático tão indesejado no jornalismo. Ressalta, no entanto, a importância da Liberdade de Imprensa e de Expressão tão malogrados nos dias atuais. 


NOTA



[1]
LINK - http://www.jornaldosertao.com/2019/05/policia-militar-e-acionada-e-atende.html.
[2] O Jornal elenca outro caso de violência contra homem, no âmbito doméstico, ocorrido em Porto da Folha/SE (http://www.jornaldosertao.com/2019/04/policia-militar-e   -acionada-e-atende.html).

quinta-feira, 11 de julho de 2019

Projeto que regulamenta demissão de concursado por mau desempenho vai a Plenário


O PLS 116/2017-Complementar, da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) ainda passaria pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e pela Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC). 

No entanto, requerimento de urgência apresentado pela relatora da matéria, senadora Juíza Selma (PSL-MT), pode levar o projeto diretamente para o Plenário.

Os servidores públicos concursados adquirem estabilidade após três anos de serviço e avaliações periódicas de desempenho. A partir desse ponto, só podem ser demitidos por decisão judicial ou processo administrativo disciplinar. Uma terceira possibilidade, a demissão por mau desempenho, foi incluída na Constituição em 1998 pela Emenda Constitucional 19, da reforma administrativa, mas ainda aguarda a regulamentação para poder ser colocada em prática.

Parâmetro para a eventual demissão, o desempenho funcional dos servidores deverá ser apurado anualmente por uma comissão avaliadora, garantindo-se o direito ao contraditório e à ampla defesa. As regras sugeridas no projeto deverão ser seguido nas administrações públicas federal, estadual, distrital e municipal.

Juíza Selma acatou a versão que havia sido aprovada anteriormente pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), que era um substitutivo do senador Lasier Martins (Pode-RS). Ela rejeitou as nove emendas apresentadas à comissão e acrescentou apenas uma modificação, que inaugura as avaliações periódicas no dia 1º de maio do segundo ano após a entrada em vigor do texto. Originalmente, esse intervalo era de um ano.

Durante a discussão da matéria na CAS, Lasier asseverou que não se trata de uma ameaça aos servidores, mas uma medida que reconhece a hipótese da meritocracia, com incentivo aos servidores. O senador Jayme Campos (DEM-MT) também considerou o PLS 116/2017 relevante “para tornar o serviço público mais eficiente”.

Já os senadores Paulo Paim (PT-RS) e Zenaide Maia (Pros-RN) criticaram a proposta, questionando os critérios de avaliação. Eles manifestaram preocupação com o tema e pretendiam aprofundar o debate na CDH, mas foram voto vencido.

MAIS EM SENADO

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Resultado do curso preparatório e eliminatório para o Processo de escolha de Conselheiros Tutelares de Canindé-SE

A Comissão especial de escolha CEE tornou público hoje(9), o resultado do curso preparatório e eliminatório conforme Edital Nº 01/2019 do CMDCA de Canindé de São Francisco-SE.
APROVADOS
  1. Adeilson Adair de Souza – APROVADO
  2. Alex Junio de Oliveira Silva – APROVADO
  3. Antônio Gilson dos Santos Silva – APROVADO
  4. Avani de Lima Souza – APROVADO
  5. Carla Jordana Apolônio Feitosa – APROVADO
  6. Carlos Robério Freitas da Silva – APROVADO
  7. Claudia Patrícia Guimarães Alves – APROVADO
  8. Débora Feitosa Cacho – APROVADO
  9. Denisson Emanuel Barros Santos – APROVADO
  10. Diego Gomes do Nascimento – APROVADO
  11. Ednaldo da Silva Patriota – APROVADO
  12. Eliane Correia da Silva Soares – APROVADO
  13. Eliene Soares dos Santos – APROVADO
  14. Ernande de Oliveira Teles – APROVADO
  15. Fagner Cordeiro dos Santos – APROVADO
  16. Gileno Feitosa Graça – APROVADO
  17. Jamesson Magno Santos de Souza – APROVADO
  18. Jeron Marques Santos – APROVADO
  19. Joelma Rodrigues dos Santos – APROVADO
  20. José Adair de Souza – APROVADO
  21. José Avelange Santos – APROVADO
  22. Josevane Fernandes de Jesus – APROVADO
  23. Juciane da Silva – APROVADO
  24. Katiane Tavares Lima – APROVADO
  25. Lara Gomes dos Santos – APROVADO
  26. Leidijan Leite Santos – APROVADO
  27. Maria Deiviane dos Santos Freitas – APROVADO
  28. Maria Jaqueline da Silva Santos – APROVADO
  29. Nathalia Pereira Leite Moura – APROVADO
  30. Necival Lisboa Feitosa – APROVADO
  31. Patricia Ferreira de Carvalho – APROVADO
  32. Rodrigues Silva Francisco – APROVADO
  33. Sávio Rodrigues Silva de Melo – APROVADO
  34. Simone Rodrigues da Silva – APROVADO
ELIMINADOS
  1. Carlos Henrique Alves Neto – ELIMINADO
  2. Edson Vieira Barbosa – ELIMINADO
  3. Mikael Feitosa da Silva – ELIMINADO
A CEE informa ainda que o prazo para apresentação de recurso será até o dia 11 de julho de 2019.

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Pastoral da Criança